Cadela abandonada vira o xodó de comerciantes e visitantes da Praça da Prefeitura

Uma cadelinha vira lata carinhosamente chamada de Dondoca, virou o xodó de todos na Praça da Prefeitura, a mesma já é conhecida por visitantes e pelos comerciantes, inclusive passa a maioria do tempo na praça e dentro do estacionamento da Prefeitura, onde dorme e bebe água.

 

Dondoca apareceu na Praça acerca de cinco anos e começou a ser alimentada pelos restos de comida que o Saldoso Nildo Carneiro dava, com a sua morte, no mês de março, vítima de um assassinato a facadas por um homem que sofria de distúrbios mentais, a cadelinha ficava em frente de seu kiosk com as mãos cruzadas esperando a abertura do mesmo, sensibilizado com a situação o Dono do Kiosk Luan Drink,s Adailson, passou a alimentar a vira lata, que agora vai todos os dias no mesmo horário até a porta do Kiosk e fica latindo até ser alimentada.

 Dondoca late a espera da comida

Segundo os próprios comerciantes a maioria dos clientes já se acostumaram com a presença de Dondoca, que recebe o carinho de muitos. “A gente dá água, comida e na época da vacina, o chefe da Guarda Municipal Santana a leva para vacinar e ajuda na alimentação”, disse Adailson. 

A vira lata apresenta sinais de alguns tumores, mas aparentemente está bem de saúde, o caso de Dondoca não é o único em Capim Groso, qualquer cidadão que andar pelas ruas verás outros animais abandonados como na Praça da Igreja, Ruas e Avenidas da cidade, todos necessitando de um local adequado para serem cuidados.

Situação comum nas ruas da cidade (Foto de internauta)

O fato, é que é preciso de uma política municipal para a redução destes animais, que muitas vezes são maltratados, atropelados e causam prejuízos a população e aos cofre públicos, é comum se ver pessoas que sofreram fraturas ao atropelar um desses animais, algo que gera ao município o ônus de arcar com veículos para transportar essas pessoas e despesas ao estado, já que uma simples cirurgia deste tipo tem um custo em torno de R$ 4.000,00, sem contar no transtorno e no tempo que a vítima leva para se recuperar.

Algumas pessoas e setores da sociedade vem fazendo um trabalho de auxilio nessa questão, como seu Gilson, que adota animais de rua e a CAPA, que realizará um evento no próximo sábado 20, em defesa dos animais.

A entidade formada por voluntários tem ajudado recolhendo cães e gatos de rua e encontrando pessoas que queiram adotá-los, mas falta um espaço adequado e mais profissionais ligados à área veterinária para realizar a parte clínica e os custos na alimentação destes animais.

Redação FR Notícias